sábado, julho 16, 2005

 

A mudança de Gwen


O primeiro álbum solo de Gwen Stefani, “Love, Angel, Music, Baby”, não é tão imperdível como afirmam os anúncios publicitários. LAMB, como também é chamado o CD solo de Gwen, peca pelo experimentalismo exacerbado, que não nos remete a Gwen de trabalhos anteriores, como vocalista da banda No Doubt.

Neste álbum, a cantora muda seu estilo, migrando diretamente do Rock Pop para o Pop Eletrônico e Pop Melódico. Outras cantoras tentaram tal presepada e se deram muito bem, como a americana Pink, que após deixar de lado o seu estilo Rock e Rapper no álbum “Mizundaztood”, passou a ser uma das cantoras mais bem sucedidas da atualidade. O mesmo não acontece, infelizmente, com Gwen, que traz, em LAMB, canções enjoativas e suficientemente chatas, com poucas exceções.



As exceções são as músicas de trabalho que a cantora lançou até então, entre outras poucas, como “What You Waiting For”, “Rich Girl”, “Crash” e “Harajuku Girls”. As duas primeiras foram executadas cansativamente nas rádios do mundo todo e garantiram a Gwen uma boa credibilidade. No entanto, isso não se pode remeter ao álbum como um todo, que possui grandes contras sonoros, como “Hollaback Girl”, “Cool”, “Luxurious”, “The Real Thing” e “Serious”. LAMB conta com duas participações especiais, sendo elas a da cantora Eve, em “Rich Girl”, e André 3000, integrante do Outkast, na faixa “Bubble Pop Eletric”.

“Cool” será o próximo single de Gwen, e está sendo intitulado como a continuação de “Don’t Speak”, um dos maiores sucessos do No Doubt. No entanto, a primeira está muito longe de ser tão boa canção como foi “Don’t Speak”. A inserção de batidas eletrônicas inclusive nas músicas lentas de LAMB, como “Cool”, garante ao álbum uma estranheza aqueles que estão habituados à boa e velha Gwen Stefani do No Doubt.

*Crédito das fotos: Divulgação

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