sábado, julho 23, 2005

 

A encantadora Marisa cor-de-rosa


“Verde Anil Amarelo Cor de Rosa e Carvão” foi o terceiro álbum lançado pela grande Marisa Monte, em 1994. Este trabalho é composto por 13 canções, e é caracterizado como sendo um verdadeiro resgate às grandes pérolas e memórias da Música Popular Brasileira, além de ser reconhecido pela sua qualidade singular.

Os grandes destaques de “Verde Anil Amarelo Cor de Rosa e Carvão” são as músicas “Maria de Verdade”, “Na Estrada”, “Segue o Seco” e “Dança da Solidão”, esta última com a participação mais do que especial de Gilberto Gil. Além de toda sua suave sonoridade, Marisa Monte ainda se mostra politicamente consciente em canções como “Segue o Seco”, na qual retrata as mazelas da seca que assola grande parte das regiões do Nordeste.


Falando um pouco mais sobre Marisa Monte, seu nome completo é Marisa de Azevedo Monte. Ela nasceu no dia primeiro de julho de 1967, e desde pequena sempre se interessou em aprender a tocar variados tipos de instrumentos. Durante sua adolescência, Marisa teceu uma grande paixão pelo canto lírico, e particularmente, por Maria Callas. Aos 18 anos, Marisa viajou para a Itália, onde começou a fazer alguns shows, e acabou sendo descoberta em Veneza por Nelson Motta, que produziria o seu primeiro disco --- “Marisa Monte”, de 1989. A partir de então, Marisa conquistou o público brasileiro e a crítica especializada, ganhando o renome de ser uma das grandes e mais importantes cantoras da Música Popular Brasileira da atualidade.

*Fotos de divulgação

sábado, julho 16, 2005

 

A mudança de Gwen


O primeiro álbum solo de Gwen Stefani, “Love, Angel, Music, Baby”, não é tão imperdível como afirmam os anúncios publicitários. LAMB, como também é chamado o CD solo de Gwen, peca pelo experimentalismo exacerbado, que não nos remete a Gwen de trabalhos anteriores, como vocalista da banda No Doubt.

Neste álbum, a cantora muda seu estilo, migrando diretamente do Rock Pop para o Pop Eletrônico e Pop Melódico. Outras cantoras tentaram tal presepada e se deram muito bem, como a americana Pink, que após deixar de lado o seu estilo Rock e Rapper no álbum “Mizundaztood”, passou a ser uma das cantoras mais bem sucedidas da atualidade. O mesmo não acontece, infelizmente, com Gwen, que traz, em LAMB, canções enjoativas e suficientemente chatas, com poucas exceções.



As exceções são as músicas de trabalho que a cantora lançou até então, entre outras poucas, como “What You Waiting For”, “Rich Girl”, “Crash” e “Harajuku Girls”. As duas primeiras foram executadas cansativamente nas rádios do mundo todo e garantiram a Gwen uma boa credibilidade. No entanto, isso não se pode remeter ao álbum como um todo, que possui grandes contras sonoros, como “Hollaback Girl”, “Cool”, “Luxurious”, “The Real Thing” e “Serious”. LAMB conta com duas participações especiais, sendo elas a da cantora Eve, em “Rich Girl”, e André 3000, integrante do Outkast, na faixa “Bubble Pop Eletric”.

“Cool” será o próximo single de Gwen, e está sendo intitulado como a continuação de “Don’t Speak”, um dos maiores sucessos do No Doubt. No entanto, a primeira está muito longe de ser tão boa canção como foi “Don’t Speak”. A inserção de batidas eletrônicas inclusive nas músicas lentas de LAMB, como “Cool”, garante ao álbum uma estranheza aqueles que estão habituados à boa e velha Gwen Stefani do No Doubt.

*Crédito das fotos: Divulgação

sábado, julho 09, 2005

 

Vale a pena ouvir de novo



O novo álbum de Alanis Morissette, “Jagged Little Pill Acoustic”, chega ao Brasil ainda este mês, para a felicidade de seus fãs e admiradores brasileiros. Este trabalho é uma homenagem, da própria cantora, ao aniversário de dez anos de lançamento do seu mais bem sucedido álbum, “Jagged Little Pill”, que lhe rendeu um espaço dentro do Livro dos Recordes (Guiness Book), por ser o álbum de estréia mais vendido em todo o mundo.

“Jagged Little Pill Acoustic” é composto das mesmas faixas do original lançado em 1995, acrescido de uma faixa inédita, “Your House”. A grande diferença é que todas as músicas foram, agora, gravadas em acústico, tendo por base os violões, a bateria e outros poucos instrumentos de percussão, dando uma nova cara às canções. Neste álbum estão todas as músicas que fizeram de Alanis Morissette uma das cantoras contemporâneas mais bem sucedidas, como “Ironic” e “You Learn”.



Este trabalho não é a primeira experiência da cantora em um acústico. Em 1999, Alanis gravou o seu “MTV Unplugged” (idêntico ao MTV Acústico do Brasil), que foi um verdadeiro sucesso de vendas. Agora, com “Jagged Little Pill Acoustic” é possível, além de relembrar seus grandes sucessos, notar o quanto Alanis cresceu nestes dez anos desde o seu primeiro grande sucesso, em 1995. Alanis está melhor do que nunca. Está mais madura, mais firme e mais envolvente.

O Site Oficial de Alanis Morissette também está fazendo uma comemoração ao aniversário de dez anos de lançamento do álbum “Jagged Little Pill”. O site traz um grande especial, em forma de diário, com inúmeras fotos e comentários da própria Alanis. Vale a pena conferir.

*Crédito das fotos: Divulgação

sábado, julho 02, 2005

 

Uma quinta-feira qualquer



John Mayer é uma das grandes revelações da música “cult” americana dos últimos tempos. Desde 1999, quando lançou o seu primeiro álbum independente, “Inside Wants Out”, o cantor tem conquistado um grande reconhecimento dos críticos especializados em música e, principalmente, do público.

A gravação do DVD "Any Given Thursday" ocorreu no The Oak Mountain Amphitheater, em Birmingham, Alabama, nos Estados Unidos, no dia 12 de Setembro de 2002. A turnê é a do seu segundo álbum, lançado com o selo da Aware/Columbia, “Room For Squares”. O trabalho audiovisual de John impressiona com o cenário, o repertório e, principalmente, com sua simpatia contagiante no palco. Ele sempre trava várias falas com o público, conversando sobre o que suas músicas dizem, sobre os sentimentos que elas sugerem e até mesmo sobre coisas engraçadas que as mulheres dizem.

Outra coisa que chama a atenção é o fato de que John Mayer troca de instrumento a cada nova música a ser interpretada, que em números corresponde a quatorze vezes. Todo este talento e habilidade com vários instrumentos são explicáveis pelo currículo do cantor: ele é formado em música pela conceituada Universidade de Boston, coisa que pouquíssimas pessoas conseguem. É uma questão de talento nato e inquestionável.



O DVD ainda conta com uma seção de extras, que vão além do show propriamente dito. Esta seção trás um documentário da passagem de som antes do show, chamado “Any Given Soundcheck”, uma entrevista com o cantor na manhã seguinte a realização do show, galerias de foto com música e a discografia de John Mayer. Além de tudo isso, ainda há comentários do áudio feito pelo próprio John, o que dá ainda mais credibilidade ao conhecimento musical deste garoto de apenas 27 anos. O único contra é que o DVD não trás legendas em português, o que dificulta a compreensão dos extras e do próprio show por aqueles que não dominam a língua inglesa.

Para incrementar ainda mais o currículo de John Mayer, vale a pena lembrar que ele já ganhou vários Grammys ao longo de seus seis anos de carreira profissional. Em 2005, John faturou dois deles, nas categorias “música do ano” (Daughters) e “melhor performance masculina” (também para Daughters).

Para saber mais sobre o cantor John Mayer, basta acessar o seu site oficial, clicando aqui.

Crédito das fotos: Divulgação

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